segunda-feira, 20 de outubro de 2014

KEYLA QUER DAR O FILHO


20 Outubro 2014

Na pequena sala da casa o silêncio é desagradável. Em volta da mesa estão três mulheres. A mais nova, Keyla, mal chega aos 15, talvez 14. Está grávida e sua expressão é de raiva. Ao seu lado está Valdirene, uma versão mais velha de Keyla. Do outro lado da mesa está Dona Rosa.
- Milha filha, pensa melhor, isso …- fala Valdirenes.
- Eu não sou filha sua, eu não tenho mãe. Meu filho vai ter. - Keyla responde sem tirar os olhos de Rosa, que está a sua frente.
- Mas sou sua tia, e posso ajudar.
- Meu filho vai ter MÃE.
Na frente de Keyla está Rosa, a amiga do bairro, que já trabalhou no abrigo de crianças onde Keyla tantas vezes passou. Rosa conhece pessoas da Vara da Infância. Ela preferia estar no trico, ou sentada na varanda da casa. Mas não conseguiu dizer não para uma menina de 15 anos grávida.
- Keyla, nós vamos na Vara, pode ser até agora, e conversamos com eles. Lá tem uma lista de famílias, e eles vão escolhar uma família que irá adotar seu filho.
- Eu quero escolher. Quero escolher quem vai ficar com meu filho.
- Isso não pode. Não sei se é certo ou errado, mas não pode.
O rosto duro de Keyla de abaixa e seus os olhos se enchem de agua.
- Mas eles garantem que vai ser uma família boa, rica?
- Eles garantem que vão visitar a família, ver se são boas pessoas, se a casa tem espaço, conforto. De vez em quando eles pode até ir lá para saber se está tudo bem. Rica eu não sei, mas vai ter casa, comida e escola. E vai ter pais.
Um silêncio longo se espalha na sala. A expressão de Keyla agora é de dor quando fala.
- Vamos.
- Você é minha sobrinha, não dou permissão. - Valdirene segura o braço da menina - E a senhora não se meta em assunto de família. - fala para Rosa.
- LARGA - grita Keyla. A tia se encolhe e recolhe a mão.
- Dona Val, a decisão é dela. Ela não pode criar esse filho, mesmo com sua ajuda.
- Cria sim. Eu tô com três lá em casa, a gente dá um jeito.
- A gente quem, tia? Você e seu namorado? Minha mãe?
- Sim, sua mãe vai ajudar a gente. É obrigação dela. Ela tem que ajudar.
O olhar de Keyla para a tia é frio, vazio.
- Onde ela tá?
- Não sei, mas ela aparece, ai a gente diz que ela tem que ajudar você, ajudar a gente.
- Tia, essa é minha mãe. - e aponta para Rosa.
A tia esboça uma resposta, levanta os braços, mas não diz nada.
- Obrigado por falar isso Keyla, mas eu não sou sua mãe. Não fui.
- Foi o mais perto que tive. Você e a Dani.
Rosa lembra de Dani. Não era parente ou outra cuidadora, era apenas outra menina do abrigo. Daquelas que ficam, que não são adotadas. Ela chegou já com sete anos, e ficava dizendo que não queria ser adotada por que a mãe ia voltar. Quando Dani parou de falar nisso, já era tarde demais, ninguém queria adotar uma menina de 10 anos. Com o tempo ela começou a ajudar no abrigo, cuidando das mais novas, como Keyla.
- Sua mãe não teve sorte, ela era muito nova …
- Eu não tive sorte, tia. Eu, você, a Dani, ninguém teve. Mas você não sumiu, não foi presa.
Mais um momento de silêncio. Todos queriam estar em outro lugar, fazendou outras coisas. Qualquer lugar, qualquer coisa
- Vão perguntar pelo pai - diz Rosa.
- Eu não sei quem é. - diz Keyla, numa mentira óbvia e firma.
Rosa pensa no próximo passo.
- Bom, então vamos a Vara da Infância, vamos conversar com eles.
- EU SOU SUA TIA, A ADULTA QUE CUIDA DE VOCÊ E EU PROÍBO. Eu já cuido de três, cuido desse também.
Keyla olha para a tia, com uma calma que até assusta.
- O Pezão tá na Amoreira.
Valdirene mostra surpresa, e responde:
- Não, não tá não.
- Tá pagando a prestação e o aluguel, não tá?
- Tem emprego.
- E aquela moto, ele também comprou? Com o “emprego”?
Valdirene olha assustada para a sobrinha, como se ela fosse algo terrível.
- Ele, ele …
- Tá lá agora.
Valdirene recua. Olha para Rosa. Se levanta e sai, apressada.
- Pezão? - pergunta Rosa.
- É o do meio. Tá com 12 anos. Arrumou serviço la na Amoreira, com Serjão. Ele deve tá …
- Eu sei. - responde Rosa, que conhecia a fama da Praça da Amoreira como ponto de distribuição de drogas e roubo de veículos.
- O que você vai fazer depois? - pergunta Rosa.
Keyla faz um silêncio. O que ela vai fazer depois? Voltar pra casa da Valdirene? A tia vai aceitar, um dia. Mas tem outros. Tem o namorado dela, tem Pezão e os irmãos. Pezão falou que mulher que larga filho não presta.
- Eu não acho seguro para você ficar lá. - diz Rosa.
Keyla ouve em silêncio. Sabe que é verdade.
- Eu posso voltar para o abrigo?
- Talvez. Podemos ver isso na Vara. Keyla, sobre o pai…
- Tem 13 anos.
É a vez de Rosa ficar em silêncio. Pode ser verdade ou não. Não faz diferença. É como se não houvesse nenhum pai.
- Eu posso ir pra casa da Dani - diz Keyla, quase sorrindo. - Ela tá num sala e quarto, não muito longe do abrigo.
- Precisamos conversar com ela. Dani agora é uma mulher, tem uma vida.
Keyla se vira para Rosa e fala, calmamente.
- Vamos para a Vara. Depois eu vejo isso.
Se levantam e saem.
http://www.portaldaadocao.com.br/artigos/dona-rosa/29-keyla-quer-dar-o-filho

SP: MÃE SE ARREPENDE E RECUPERA FILHA ENTREGUE PARA ADOÇÃO


20.10.2014
Jovem entregou bebê por medo de contar aos pais sobre a gravidez. Após dar à luz, arrependeu-se da decisão.

Em Tupã, interior de São Paulo, uma jovem de 22 anos se arrependeu de ter entregado a filha recém-nascida para adoção e acionou a Justiça para tentar recuperá-la. Após análise das autoridades, a bebê foi tirada do casal que a havia adotado e teve sua guarda repassada para os avós maternos.
De acordo com a Defensoria Pública, a mãe havia decidido entregar a criança por medo de contar aos pais sobre a gravidez e pelo desinteresse do pai em assumir a paternidade. Após dar à luz, porém, arrependeu-se da decisão, contou aos pais e recebeu apoio para tentar recuperá-la.
"A guarda da menina foi repassada no dia 25/9 aos avós maternos, após audiência em que o casal adotante concordou em entregá-la. O Defensor Público Ivan Gomes Medrado pediu que ela fosse entregue à mãe ou, subsidiariamente, aos avós, considerando que moram na mesma casa", disse o órgão, em nota.
Segundo o comunicado, a criança nasceu no dia 22 de agosto fruto de um relacionamento que durou cerca de seis meses. A mãe, desempregada, já tinha um filho de 4 anos.
O Defensor Público argumentou que o procedimento empregado para a entrega à adoção violou a Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal, estabelecida na Portaria nº 1.067/GM/2005 do Ministério da Saúde. A norma prevê atendimento à saúde física e psíquica da gestante, no decorrer da gestação, no parto e após este - o que não foi realizado com a jovem.
Ele ressaltou ainda que a Lei nº 12.010/2009, que dispõe sobre adoção, prioriza a convivência da criança com a família natural. Além disso, o suposto consentimento da gestante para entregar a filha à adoção não observou os requisitos do Estatuto da Criança e do Adolescente, segundo o qual essa manifestação só tem validade se feita depois do nascimento.
http://noticias.terra.com.br/brasil/sp-mae-se-arrepende-e-recupera-filha-entregue-para-adocao,ae705a9850e29410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

LEI DE ADOÇÃO


20/10/2014
Entrevista TVE

Seminário realizado no teatro Dante Barone está localizado no Palácio Farroupilha, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, marca o encerramento do Curso de Formação em Redes de Atendimento e Acolhimento, atividade voltada para a qualificação de servidores que atuam na proteção de crianças e adolescentes.
O Curso foi concluído por mais de 600 alunos.
Além de outras entrevistas, a Deputada Federal PT-RS, Maria do Rosário, falou sobre o tema relacionado à adoção.
Entrevista concedida no encerramento do curso de formação em Redes de Atendimento e Acolhimento à TV Assembleia e reproduzida pela TVE.
https://www.youtube.com/watch?v=VUSDDDIvPpY

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES: SIGNIFICADO E OBJETIVO


20.10.2014

Brasília (RV) - A Igreja Católica no mundo todo celebrou domingo, 19, o Dia Mundial das Missões. A data foi criada pelo Papa Pio XI, em 1926, como auge da Campanha Missionária celebrada ao longo do mês de outubro.

No penúltimo domingo de outubro, as ofertas são integralmente enviadas às Pontifícias Obras Missionárias (POM) e encaminhadas ao Fundo Mundial de Solidariedade em Roma, para financiar projetos em todo o mundo, como a sustentação de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários.
Em 2014, o tema trabalhado pela Campanha é “Missão para libertar”, reflexão que retoma a Campanha da Fraternidade deste ano, que abordou “Fraternidade e Tráfico Humano”. A campanha pretende alertar para a realidade do tráfico de pessoas, crime que representa a escravidão moderna e apresenta um grande desafio para a missão evangelizadora.
Acompanhada do lema “Enviou-me para anunciar a libertação”, a Campanha Missionária chama a atenção para a escravidão do tráfico humano em suas diversas expressões, como a exploração do trabalho; exploração sexual; extração de órgãos e tráfico de crianças e adolescentes para adoção.

O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e bispo de Ponta Grossa (PR), Dom Sérgio Arthur Braschi, falou sobre o tema e o lema, lembrando que o tráfico humano é a forma moderna de escravidão. Ele citou ainda com especial atenção das populações indígenas e quilombolas, que também foram retratadas nos encontros da Novena, outro subsídio da Campanha.
No Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm a responsabilidade de organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, com a colaboração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, da Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina).
(CM-CNBB)
http://pt.radiovaticana.va/news/2014/10/20/dia_mundial_das_miss%C3%B5es:_significado_e_objetivo/bra-831956

ENCONTRO DISCUTIU QUESTÕES DE ADOÇÃO E PARENTALIDADE EM UBERLÂNDIA


20/10/2014
Reportagem de Gabriel Guimarães
Imagens de Romens Almeida
Linha Dura e Portal Uipi

O evento discutiu a adoção e o acolhimento social, entre os palestrantes estava o Promotor da Infância e Juventude de Uberlândia Jadir Cirqueira de Souza ele destacou a importância da convivência familiar para as crianças ele também lançou o livro “A convivência Familiar e Comunitária e o Acolhimento Institucional.
A Coordenadora do Grupo de Apoio Quintal da Casa de Ana, do Rio de Janeiro, Bárbara Toledo também palestrou no evento, ela destacou a importância d adoção e sua regulação pelos diversos setores da sociedade para assegurar que as crianças e adolescentes tenham direitos básicos preservados.
VEJAM AS ENTREVISTAS:
http://uipi.tv.br/musicvideo.php?vid=797b98d69
ENCONTRO DISCUTIU QUESTÕES DE ADOÇÃO E PARENTALIDADE EM UBERLÂNDIA 20/10/2014 Reportagem de Gabriel Guimarães Imagens de Romens Almeida Linha Dura e Portal Uipi O evento discutiu a adoção e o acolhimento social, entre os palestrantes estava o Promotor da Infância e Juventude de Uberlândia Jadir Cirqueira de Souza ele destacou a importância da convivência familiar para as crianças ele também lançou o livro “A convivência Familiar e Comunitária e o Acolhimento Institucional. A Coordenadora do Grupo de Apoio Quintal da Casa de Ana, do Rio de Janeiro, Bárbara Toledo também palestrou no evento, ela destacou a importância d adoção e sua regulação pelos diversos setores da sociedade para assegurar que as crianças e adolescentes tenham direitos básicos preservados. VEJAM AS ENTREVISTAS: http://uipi.tv.br/musicvideo.php?vid=797b98d69

OAB REALIZA SEMINÁRIO SOBRE ADOÇÃO NESTA QUINTA E SEXTA EM TERESINA


20/10/14

Toda criança em Família. Este é o tema que motivou a discussão do 1º Seminário Estadual da Adoção, evento promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí, por meio da Comissão de Direitos Difusos e Coletivos, e pelo Centro de Reintegração Familiar e Incentivo à Adoção - Cria. O evento acontecerá nos dias 23 e 24 de outubro, no auditório da Central de Artesanato Mestre Dezinho.
A abertura do evento será dia 23, com início às 18h30, e contará com a participação do juiz da Vara da Infância e da Juventude de Cascavel (PR), Sérgio Luiz Kreuz, que também é autor do livro “Direito à convivência familiar da criança e do adolescente”. Na oportunidade, o magistrado falará sobre o tema do evento: “Toda Criança em Família”, durante palestra magna. Juiz há mais de 15 anos, Sérgio Luiz Kreuz compartilha em seu livro experiências exitosas pelas quais passou de enfrentamento do problema de crianças e adolescentes privados do direito de convivência familiar e mostra que há alternativas muito melhores que o acolhimento institucional.
“A crítica que faço é ao sistema, que há alguns séculos prioriza a institucionalização de crianças e adolescentes, em detrimento da família, seja ela biológica ou afetiva. A crítica também se dirige à demagogia que envolve as discussões sobre estas questões, que sobrevaloriza a família biológica, colocando as relações afetivas em segundo plano. Muito mais importante que a relação de sangue é a relação de afeto, de amor e carinho. Família, portanto, não é somente aquela proveniente dos laços sanguíneos, mas, principalmente, aquela construída sobre os laços da afetividade e do amor”, declarou Kreuz.
A programação envolve, ainda, mesas redondas e palestras, com discussões atuais e de relevância para a sociedade, tais como “A nova Lei da Adoção”. Outros assuntos contarão com a participação de psicólogos para a discussão, como “Apego e desapego: a subjetividade das relações”.
Além dos debates, o evento contará com depoimentos, experiência de adoção entre crianças, adolescentes, pais e família. Ao final, será elaborada uma carta do 1º Seminário Estadual da Adoção.
Outras entidades também integram a discussão durante o Seminário, são elas: Ministério Público, Defensoria Pública; Conselho Nacional e Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda e CEDCA); Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Teresina (CMDCAT); Secretaria Estadual de Assistência Social (SASC) e Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social de Teresina (Semtcas).
Os interessados devem se inscrever através da página do CRIA na internet: criapiaui.blogspot.com.br, no campo “Inscrições”. O investimento é R$15,00 para estudantes e R$30,00 para profissionais. Todos os participantes receberão certificado de 15 horas/aula emitido pela Escola Superior de Advocacia do Piauí (ESA-Piauí).
Outras informações: (86) 3216-6276.
Confira a programação completa:
23/10 - QUINTA FEIRA
17h00 – Credenciamento, música ao vivo e coquetel
18h30 – Abertura – CRIA e OAB; Constituição da mesa: CONANDA, CEDCA, CMDCAT, SASC, SEMTCAS, C.T, 1ª VIJ, M.P. e DP.
–Vídeo: “quero uma família tenho pressa”
19h30 - Palestra Magna: Toda criança em família – Dr. Sergio Luis Kreuz- Juiz da Vara da Infância e Juventude de Cascavel –Paraná
20h30 – Debate

24/10 - SEXTA-FEIRA
08h00 - Acolhimento;
08h15 – Mesa Redonda: Acolhimento Institucional x Familiar – Desafios e Soluções: CRIA - Francimélia Nogueira, Instituições de Acolhimento - Luciana Evangelista, 1ª VIJ - Maria luzia Melo de Freitas, DP - Carla Cibele Teles de Mesquita e MP - Glécio Paulino Setúbal Cunha e Silva
09h30 – Debate
10h30 – Palestra: A nova Lei da Adoção – uma discussão atualizada- Dr. Sergio Luís Kreuz
11h30 – Debate
12h30 - Almoço
14h00 – Painel – Apego e desapego: a subjetividade das relações –Dra. Andreia Leite– psicóloga
15h20 – Elaboração da Carta do 1º Seminário Estadual da Adoção;
16h30 – Depoimentos – experiência de adoção – criança, adolescente, família.
17h45 – Encerramento: Vídeo: Famílias Acolhedoras
redacao@cidadeverde.com
http://cidadeverde.com/oab-realiza-seminario-sobre-adocao-nesta-quinta-e-sexta-em-teresina-176373

NÚMERO DE ÓRFÃOS NA RÚSSIA DIMINUI EM 26 MIL EM DOIS ANOS


20/10/2014
Novas regras adotadas pelo país surtiram grandes efeitos

O número de crianças órfãs na Rússia diminuiu para 93 mil neste final de outubro, em comparação com o mesmo mês de 2012. Há dois anos, havia 119 mil órfãos no país eslavo, de acordo com os dados apresentados nesta segunda-feira, 20, pela Vice-Primeira-Ministra russa, Olga Golodets.
Segundo ela, o progresso se baseia no aumento de adoções das crianças mais velhas, com deficiência ou com muitos irmãos. De acordo com o Vice-Ministro da Educação e Ciência da Rússia,Veniamin Kaganov, o país conseguiu grandes resultados graças às novas regras de adoção. Além disso, o funcionário também ressaltou o aumento dos benefícios federais para as famílias adotantes.
Em janeiro de 2013, a Rússia promulgou a chamada Lei Dima Yakovlev, que proíbe a adoção de crianças russas por cidadãos dos Estados Unidos. A medida foi aprovada depois de muitos casos de tratamento cruel dado aos órfãos adotados por famílias norte-americanas
http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2014/10/20/numero-de-orfaos-na-russia-diminui-em-26-mil-em-dois-anos/