sexta-feira, 31 de outubro de 2014

GILBERTO E RODRIGO: OS MAIS NOVOS PAPAIS DA CIDADE


30/10/2014
A família do jornalista Gilberto Scofield e do corretor de imóveis Rodrigo Barbosa acaba de aumentar. Esse era um desejo do casal desde 2010, quando os dois entraram com um pedido de adoção numa vara de família em São Paulo. Com a mudança deles para o Rio – Glberto veio trabalhar no jornal “O Globo”, – o processo sofreu uma parada, até que fosse feita a transferência dos papéis. Os dois, que vivem legalmente em união estável há 11 anos, tiveram outro revés com a demissão do jornalista no último dia 1º de julho. Curiosamente, no mesmo dia, eles receberam um comunicado de que haviam sido considerados “habilitados” pelas leis brasileiras a serem pais.
Já em novo emprego, convidado a integrar a comunicação do Palácio do Planalto, em Brasília, foi a vez de Gilberto pedir uma interrupção na procura do seu futuro filho pelo Cadastro Nacional de Adoção. Providencialmente, logo depois do final do primeiro turno, ele recebeu autorização para voltar ao Rio. Na semana passada chegou a notícia de que a criança que desejavam estava no interior de Minas Gerais. Nessa quarta-feira (29/10), Gilberto e Rodrigo voaram para Belo Horizonte, pegaram outro avião para Montes Claros e, depois de mais quatro horas de carro, chegaram à cidade de Capelinha, perto do Vale do Jequitinhonha.
No Lar Mamãe Dolores encontraram Paulo Henrique, de quatro anos, que faz cinco anos na segunda-feira (03/11), véspera do aniversário de Gilberto. “Ele só levou uma hora até nos chamar de papais pela primeira vez”, conta Rodrigo, encantado com o menino. “Não fizemos exigência de sexo, nem de cor, somente pedimos que a criança estivesse na faixa etária de um ano até seis anos de idade”, explica Gilberto, que diz também não ter sentido, em momento nenhum, preconceito por ele e Rodrigo formarem um casal gay. “A investigação das nossas vidas foi rigorosa, mas acredito que tem de ser mesmo: há muitos casos de pedofilia e de gente adotando para usar a criança como empregado”, diz Gilberto.
O casal espera se liberar das últimas exigências legais nesta sexta-feira (31/10) , quando devem voltar ao Rio. No apartamento dos dois em Laranjeiras, um quartinho decorado em cores neutras e com o grafite de anjinhos na parede, feito pelo artista urbano Wark Rocinha, espera Paulo Henrique.
Enviado por: Redação
http://lulacerda.ig.com.br/gilberto-e-rodrigo-os-mais-novos-papais-da-cidade/

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

ENTIDADE QUE ATENDE CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE RISCO NECESSITA DE AJUDA FINANCEIRA


30/10/14
LAR CASA BELA
Anderson Oliveira - anderson.oliveira@jcruzeiro.com.br
O local funciona desde maio e, de lá pra cá, dezesseis crianças passaram pela ONG
A realização do sonho de criança da paulistana Isabel Galvão Simon tem sido a concretização do sonho de crianças sorocabanas de encontrar um lar seguro. A vontade dela era criar uma ONG que ajudasse, de alguma maneira, nos cuidados com o público infantil. Foi apenas nesse ano, contudo, que ela conseguiu. O resultado é o Lar Casa Bela, com 10 crianças abrigadas - acolhidas de situação de risco -, e outras seis crianças, que, agora, contam com um novo lar ou mesmo a reestruturação de suas famílias. Apesar das boas notícias, por ser uma instituição nova, o Lar ainda vive dos recursos de sua criadora.
De acordo com Isabel, existem 178 crianças acolhidas em abrigos enquanto esperam pelo resultado do processo judicial que decidirá se elas voltarão para a família ou serão encaminhadas para a adoção. Apenas sete entidades, no entanto, abrigam esses menores. Outras 130 crianças aguardam por um abrigo semelhante. É para tentar minimizar esse problema que ela decidiu investir nessa ideia.
"Desde criança eu tinha esse projeto em mente. Trabalhei por 13 anos no mercado financeiro para um dia ser voluntária no meu próprio lar", explica Isabel, que preside a instituição. Ela ressalta que tinha dúvidas entre abrir uma casa de apoio a crianças com câncer infantil ou um abrigo. Ainda nesse tempo pensava em executar esse projeto em São Paulo. Durante um dos trabalhos voluntários, contudo, conheceu seu marido, de Sorocaba, motivo que culminou na opção por Sorocaba.
"Atendemos, hoje, 10 crianças. E esse número não vai aumentar, porque nossa meta é atender com qualidade essas 10", conta a presidente do Lar, explicando que a maioria é de filhos de pais usuários de drogas e de vítimas de violência doméstica. A primeira criança do Lar Casa Bela chegou em 13 de maio deste ano. De lá para cá, 16 crianças foram acolhidas. Uma voltou para a família e outras cinco encontraram uma nova família. "Uma tinha seis anos, difícil de ser adotada, porque já é considerada adoção tardia", comenta.
FALTAM RECURSOS
Sem contar com veículo e com o repasse de verbas da Prefeitura de Sorocaba, o Lar Casa Bela ainda é mantido com os recursos que Isabel Simon acumulou ao longo da carreira. Atualmente, a instituição gasta pouco mais de R$ 31 mil por mês. "É bem difícil a parte financeira, principalmente, com a folha de pagamento e o aluguel. A gente ainda gasta mais do que recebe." De acordo com ela, o convênio com a Prefeitura só pode ocorrer a partir de um ano abrigando as crianças.
Para conseguir recursos e voluntários, sem ter nenhum contato na cidade, a presidente do Lar Casa Bela explica que foi preciso bater na porta de cada empresa, o que deu resultado. "Encontrei algumas empresas que acabaram ajudando." E acrescenta: "Mas já vendi até pastel no Ceagesp para poder reverter para a casa."
Além da necessidade de ir em busca de novos parceiros, foi preciso um pouco de sorte também para agregar voluntários, ela conta. "Foi passeando com os meus cachorros, na praça, conheci uma voluntária que tinha cachorro, que conhecia uma amiga, que também trouxe parentes", detalha Isabel, que afirma ter 15 voluntários fiéis hoje.
AJUDA
"As pessoas que acreditarem na gente, tiverem confiança e quiserem ajudar, apadrinhando uma criança financeiramente, mandamos boleto no valor que a pessoa quiser. Tem prestação de contas de tudo", destaca Isabel Simon. Segundo ela, a instituição procura divulgar, em sua página no Facebook (facebook.com/LarCasaBela), o que está precisando. "Às vezes, material para o refeitório, fraldas, leite. E a gente gasta muito com remédio também", conclui.
O contato com o Lar Casa Bela deve ser feito pelo e-mail contato@larcasabela.org.br. O endereço eletrônico da instituição é o www.larcasabela.org.br.
"Trabalhei por 13 anos no mercado financeiro para um dia ser voluntária no meu próprio lar", diz Isabel Galvão Simon - PEDRO NEGRÃO
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/578163/entidade-que-atende-criancas-em-situacao-de-risco-necessita-de-ajuda-financeira

EJEF ABORDA ADOÇÃO EM ENCONTRO EM UBERLÂNDIA


30.10.2014
Institucional
A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef) e a organização não governamental (ONG) Pontes de Amor: Apoio à Adoção, à Convivência Familiar e Comunitária promoveram, em 17 e 18 de outubro de 2014, em Uberlândia, o IV Encontro Estadual de Adoção de Minas Gerais e o II Encontro de Parentalidade e Adoção do Triângulo Mineiro, com o tema "Coragem para Conviver".
Os eventos tiveram como objetivos disseminar conceitos e reflexões importantes para o sucesso da adoção legal e para a promoção da convivência familiar e comunitária saudável com crianças e adolescentes que vivem em abrigos.
Promover a unidade de pensamento e ações na rede de proteção e garantir os direitos da criança e do adolescente, assim como propiciar a ampliação dos conhecimentos referentes às questões da adoçãotambém foram propostas debatidas nos encontros.
Durante os trabalhos, foram discutidos conceitos e ideias sobre a atuação dos operadores das diversas áreas envolvidas no campo da adoção, a fim de possibilitar uma análise científica sobre o tema. Luiz Schettini Filho, Suzana Schettini, Bárbara Toledo e Sávio Bittencourt, especialistas de competência reconhecida no assunto, foram os palestrantes convidados.
De acordo com a organização, os participantes avaliaram positivamente a forma lúdica como o evento foi apresentado. Simulando um auditório de programa de rádio, dois apresentadores fizeram intervenções de sensibilização sobre a relevância do tema.
Ao final, o público apresentou sugestões de temas para futuros encontros, tais como a adoção de crianças com deficiência, a adoção monoparental, a adoção por casais homoafetivos, o cotidiano dos abrigos, entre outros.
O evento reuniu cerca de 500 pessoas e contou também com o apoio da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (Angaad), além de outras empresas e instituições de Uberlândia.
Assessoria de Comunicação Institucional - TJMG
Unidade Fórum Abelardo Penna – Comarca de Uberlândia
(34) 3228-8318
Cida Modesto O evento reuniu cerca de quinhentas pessoas - IMAGEM
http://www.tjmg.jus.br/portal/imprensa/noticias/ejef-aborda-adocao-em-encontro-em-uberlandia.htm#.VFLn6tEtDIU

LUCAS DO RIO VERDE REALIZA CURSO DE ADOÇÃO


30.10.2014
Moradora do município de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá), Nair Zardo e o marido Lino aguardam com ansiedade a chegada do primeiro filho do casal. Eles estão na fila de adoção e acabaram de fazer o curso de preparação para pretendentes à adoção, realizado pelo Fórum da Comarca de Lucas do Rio Verde.
“Nós adoramos o curso. Foi uma oportunidade excelente de tirar dúvidas e conversar com outros casais que estão passando pela mesma fase. Além disso, a equipe deixa muito claro que embora o processo seja longo, é a forma mais segura de obter a guarda definitiva de uma criança”, conta Nair.
O curso atende a Lei 12.010 de 2009, que determina que os casais que estiverem na fila de adoção participem obrigatoriamente do curso. Conforme explica a assistente social da comarca e responsável pelo curso, Renata Cristina Cardoso Lino, o objetivo é explicar aos casais como funciona detalhadamente o processo de adoção.
“Em geral os futuros pais chegam cheios de questionamentos. Aproveitamos esse momento de informalidade para esclarecê-los sobre os mitos que envolvem a adoção e realizar dinâmicas para identificar se eles realmente estão preparados para ela. Nossa maior preocupação é sempre com as crianças. Queremos evitar a todo custo casos de devolução.”, alerta a assistente social.
Ao longo da capacitação, os participantes têm a oportunidade de se familiarizarem com o tema por meio da visualização de filmes, leitura de textos, artigos e livros recomendados, além de receberem noções sobre a legislação referente às questões envolvendo a criança e o adolescente.
Gleidson de Oliveira Grisoste Barbosa, juiz responsável pela Vara de Infância e Juventude da Comarca, conta que o curso prepara tanto o casal, quanto a criança para o impacto do processo de adoção. “A expectativa de ambos os lados costuma ser muito grande e nem sempre muito realista. Por isso, o curso é importante para que as dúvidas sejam esclarecidas e para que a adaptação possa ser realizada com toda calma e segurança”, afirma o magistrado.
Ainda no primeiro semestre de 2015, a comarca de Lucas do Rio Verde deverá realizar uma nova edição da capacitação.

DADOS
De acordo com Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas (CNCA – CNJ), hoje em Mato Grosso existem 778 pretendentes habilitados à adoção. Já o número de crianças e adolescentes acolhidos em instituições é de 849, nem todas, porém, estão aptas para adoção.
Mariana Vianna/ Foto: Agência Brasil
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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http://www.tjmt.jus.br/Noticias/36558#.VFLdStEtDIU

PODE SER VETADA ADOÇÃO PORQUE NA FAMÍLIA QUE PRETENDE ADOTAR HÁ PESSOA DOENTE?


30.10.2014
PERGUNTE AO JUIZ com o Presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses Dr. Sérgio Luiz Junkes.
Realização: Rede de Notícias ACAERT (RNA) e Associação dos Magistrados Catarinenses
http://www.acaert.com.br/pode-ser-vetada-adocao-porque-na-familia-que-pretende-adotar-ha-pessoa-doente-realizacao-rna-e-associacao-dos-magistrados-catarinenses#.VFKvN9EtDIU


TJRJ RECEBE VISITA DE CASAL HOMOAFETIVO FRANCÊS E SEUS TRÊS FILHOS ADOTIVOS BRASILEIROS


30.10.2014
Assessoria de Imprensa
A Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro recebeu a visita, nesta quarta-feira, dia 29, do casal francês Yam-Laurent Bosse e David Lopez e seus três filhos adotivos, os brasileiros Maurilho Miguel, de 14 anos, Millene, de 13, e Kaylane, de 11. Os adolescentes vivem com os pais na cidade de Douarnenez, região da Bretanha, na França, e estão passando férias escolares no Rio de Janeiro, de onde saíram há três anos.
A família foi recebida em clima de festa pela equipe técnica da Cejai, responsável por todas as etapas do processo de adoção, inclusive pelo recebimento dos relatórios pós-adoção. O dia a dia das crianças na França, os amigos e a escola dominaram a conversa, intercalada com bolo, suco e café.
Hospedados em Copacabana, na Zona Sul da cidade, os jovens disseram que, aqui, a água do mar é mais quente. Em Douarnenez, há praia, “mas a água é muito gelada”, explicou Millene, a única que ainda fala algumas palavras em português.
Segundo o pai David Lopez, a adaptação dos filhos foi muito boa, porque os moradores, familiares e amigos os receberam muito bem. “Foram muito gentis com eles, característica do povo da Bretanha”, afirmou. O casal explicou que a escola foi informada com antecedência da chegada dos adolescentes brasileiros, o que gerou muita expectativa. “A professora se interessou em apresentar aos alunos os novos colegas, vindos de outro país, de outra cultura”, destacou.
Yam-Laurent Bosse, que é engenheiro de controle de voo, disse que, em três meses, os filhos aprenderam o francês, o que facilitou muito a convivência e o aprendizado na escola. Ele contou também que eles estudam em horário integral, das 9h às 16h, e que já viajaram a vários países no período de férias.
Com o casamento dos pais, os adolescentes incluíram Bosse-Lopez no sobrenome. Desde 2011 morando na França, não há no grupo de irmãos sinais do tempo em que viviam no abrigo Aldeia Infantil SOS Pedra Bonita, no Itanhangá, Zona Oeste do Rio. Saudade mesmo eles sentem do suco de açaí, do pão de queijo e da tapioca. Segundo David, eles levarão polvilho na bagagem de volta a Douarnenez.
PRIMEIRA ADOÇÃO INTERNACIONAL HOMOAFETIVA
A adoção internacional dos três irmãos pelo casal homoafetivo francês foi a primeira realizada pela Cejai, autoridade central estadual que tem a competência de ordenar e concentrar os cadastros dos pretendentes, analisar os processos e expedir os laudos de habilitação para adoção das crianças disponibilizadas para adoção internacional, além de realizar o estudo técnico social e psicológico delas. Coordenador da Cejai, o desembargador Antonio Iloízio Barros Bastos esclarece que o menor só é encaminhado a uma família substituta no exterior quando são esgotadas as chances de adoção por brasileiros. Conscientizar os operadores do Direito para que disponibilizem crianças e adolescentes que já perderam a chance de adoção no Brasil tem sido uma de suas metas à frente da Cejai.
“Há a necessidade de haver uma consciência de todos os operadores de Direito, magistrados, promotores, defensores públicos e equipes técnicas, na tentativa de fazer com que a criança que está institucionalizada seja disponibilizada para a adoção. Passa um ano e aquela criança já perde a oportunidade de ser adotada. É preciso que o juiz de primeiro grau se conscientize da necessidade de, verificando não haver possibilidade de reintegração familiar e não localizando habilitados nacionais, indicar estas crianças para a adoção internacional”, afirmou.
CINQUENTA FAMÍLIAS ESTRANGEIRAS INSCRITAS
Atualmente, a Cejai conta com 50 candidatos/famílias inscritos no processo de adoção internacional. No ano passado, 19 varas da infância, da juventude e do idoso disponibilizaram 93 crianças para a comissão e, deste total, 60 tinham mais de 10 anos e 15 possuíam algum problema de saúde. Este ano, 14 juízes indicaram 46 crianças, sendo que 26 delas estão acima de 10 anos ou com algum problema de saúde.
Os adotantes que se submetem ao processo de habilitação para adoção internacional passam pelo duplo crivo: no país de acolhida e aqui no Brasil. Após a adoção, os organismos internacionais são obrigados a enviar quatro relatórios durante dois anos com informações sobre o dia a dia dos adotados e a adaptação no novo país.
M.C.O./S.F.
http://www.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/5102?p_p_state=maximized

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

MULHER É CONDENADA A MAIS DE 33 ANOS DE PRISÃO POR HOMICÍDIO


Quarta, 29 Outubro 2014
Timon
Em sessão do Tribunal do Júri, realizada no dia 21 de outubro, na cidade de Timon (a 425km de São Luís), o Ministério Público do Maranhão conseguiu a condenação de Lineusa de Oliveira e Silva por homicídio qualificado. A ré foi sentenciada à pena de 33 anos e 4 meses de reclusão, a ser cumprida em regime fechado.
De acordo com os autos, Lineusa de Oliveira e Silva assassinou seus pais adotivos, Lourival Rodrigues da Silva e Joana Borges de Oliveira. O crime foi motivado por um desentendimento entre o pai adotivo e a ré, que utilizou um machado e um cabo de facão para matar as vítimas.
O Conselho de Sentença acolheu a tese defendida pelo titular da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Timon, Fernando Antonio Berniz Aragão, qual seja, homicídio com três qualificadoras (motivo fútil, cruel e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas).
A sentença foi preferida pelo juiz Francisco Soares Reis Júnior.
Redação: Lorena Araújo (CCOM-MPMA)
http://www.mpma.mp.br/index.php/lista-de-noticias-gerais/11/9355