quarta-feira, 25 de maio de 2016

SEMANA DA ADOÇÃO: “SAÍMOS PARA PASSEAR, NOS CONHECER E, JÁ NA VOLTA, ELA ME CHAMOU DE MÃE” (Reprodução)

24 maio 2016
Postado em: Cotidiano Por: Alfredo Sérgio
ADOÇÃO
No dia 25 de maio é comemorado o Dia Nacional da Adoção. No RN, a programação começou no sábado (21) e segue por toda a semana. Abrimos uma exceção sobre a divulgação de conteúdo da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), para contar a história de uma colaboradora que é mãe adotiva e muito feliz, um tema importante e que precisa de sensibilização social para avançar e multiplicar estas histórias.
Dizem que quando nasce um filho, nasce uma mãe. No caso de Conceição Juliana Brito, a cronologia do nascimento não coincide com a da filha de cinco anos, mas sim o surgimento de um grande amor. Há quase dois anos, a agente administrativa da Caern tomou com o marido, uma das decisões mais importantes (talvez a mais importante) das suas vidas: tornarem-se pais de coração. E foi assim que a pequena Laura, de três anos, ganhou uma nova chance de ser feliz.
“Falar sobre ela é especial para mim. Adoção é algo maravilhoso, não tem explicação”, diz com um sorriso no olhar. Após um ano passando por um longo processo burocrático para entrar na fila de adoção, e mais um ano de espera, enfim o sonho de Juliana se concretizou. “Pensei que iria demorar, geralmente a espera é maior. A gestação normal dura nove meses de preparação, no nosso caso, foi uma semana entre saber da disponibilidade da criança e leva-la para casa”.
Longe da maternidade, perto da natureza, nasceu o reconhecimento mútuo entre os pais e a filha. “Saímos para passear no parque, apenas nós três e, na volta, quando fui devolvê-la para a cuidadora, ela me chamou de mãe”. Três meses depois tinham em mãos a sentença que dava a guarda definitiva para o casal. Juliana sempre frequentou orfanatos e casas de apoio de crianças como voluntária, onde atuava como recreadora. “Sempre gostei de estar perto delas, mas para adotar, tem que ter convicção”.
O que ela não imaginava era que ali, um dia, encontraria a criança que mudaria sua vida. A ideia surgiu depois que soube que para gerar um filho do próprio ventre, teria que se submeter a um tratamento, invasivo e desgastante. “É um processo sofrido, porque se está lidando com sonhos. É difícil para a mulher e para a família”.
Assim, ela não teve dúvida de como se tornaria mãe. “A fila de pais para adoção é maior do que a quantidade de crianças disponíveis, porque na hora de preencher o formulário se fazem muitas restrições, principalmente em relação à cor da pele e o sexo, a idade”, disse. Hoje, a colaboradora levanta a bandeira positiva da adoção legal, porém, lembra que a uma decisão importante. “A criança não é um objeto, um produto que você, se não der certo, você devolve. E isso acontece muito no período inicial dos três meses de adaptação”.
A adaptação com a filha não foi fácil, contando com três anos e uma trajetória de experiências negativas com situações de risco e vulnerabilidade, foi necessário paciência, amor e carinho para que ela pudesse se adaptar à família. “Fizemos um vídeo com a chegada dela na nossa casa, o reconhecimento do quarto que era só dela, e a presença de parentes. Ela foi muito bem acolhida e é muito amada. Mudou minha vida”, relembra Juliana.
No dia a dia, cada momento difícil é encarado com naturalidade e amor. “Fizemos um livrinho ilustrado para ela, contando sua própria história, que ela leva para ler nas rodas da escola, tudo de maneira muito transparente. Palavras como `adoção` e `orfanato` são pronunciadas abertamente”.
A educação de Laura sempre envolve limites e a verdade sobre de onde ela veio. “Explicamos que os pais biológicos não puderam cria-la e queriam que ela fosse muito feliz, por isso ela está conosco. Crianças não precisam de dinheiro e muitos brinquedos, mas da presença do pai e da mãe”. Sobre conciliar o tempo com a filha e o trabalho, ressalta: “Ser mãe e trabalhar são duas coisas importantes para mim então concilio com naturalidade. Como tenho pouco tempo para ficar com ela, priorizo a qualidade desses momentos, mesmo que seja apenas uma hora e meia por dia, para brincar e ouvir suas histórias”.
Hoje os frutos dos cuidados e das novas oportunidades oferecidas a Laura já são colhidos e o dia das Mães é mais que especial. “Ela está plenamente adaptada e é muito carinhosa. Comemoramos bastante, vestimos roupa estilo mãe e filha”, relata e completa: “É um amor grande demais e diferente da gestação, foi algo buscado. As situações de adaptação e preconceito só fazem aumentar esse amor”.

Original disponível em: http://guamarenews.com/semana-da-adocao-saimos-para-passear-nos-conhecer-e-ja-na-volta-ela-me-chamou-de-mae/

Reproduzido por: Lucas H.

terça-feira, 24 de maio de 2016

ADOÇÃO DE SOROPOSITIVOS: VEJA HISTÓRIAS DE AMOR COMO A DE CAROL E GABRIEL, EM 'TOTALMENTE DEMAIS' (Reprodução)

24/05/2016
Por Naiara Sobral
Do Gshow, Rio
Assim como a personagem de Juliana Paes, muitas mães abrem o coração para crianças que vivem com HIV
A personagem de Juliana Paes tenta adotar o pequeno Gabriel na novela Totalmente Demais
“No final das contas, é só uma criança querendo ser amada. Só isso. Nada mais”. É assim que Adriana Cesar, de 47 anos, resume em poucas palavras seu encontro com Mateus. Este é o mesmo caso de amor de Carolina, personagem de Juliana Paes na novela Totalmente Demais. Na trama, ela se apaixona pelo pequeno Gabriel (Ícaro Zulu), soropositivo, e não desiste de adotá-lo por conta da sua condição. “Achei genuína a atitude de adotar. Diante de uma impossibilidade, eu adotaria", disse a atriz em entrevista recente ao Gshow.
Hoje com quatro anos, Mateus entrou na vida de Adriana aos seis meses de vida, quando estava na Sociedade Viva Cazuza, no Rio de Janeiro. Foi amor à primeira vista. Assim como a editora de moda da TD+, a história da turismóloga se mistura a de muitas outras mães da vida real, que encontram na adoção uma forma de realizar o sonho de ter um filho. Depois de algumas tentativas frustradas de inseminação artificial, ela e marido, o músico Sérgio Cavalcante, entraram na fila do Cadastro Nacional de Adoção. "Aquela folha é uma coisa muito superficial, fria. Entramos no processo com a vontade de ter um filho e não ficamos muito presos a detalhes. E essa questão do HIV era só um detalhe pra gente”, conta.
Sérgio e Adriana conheceram Mateus quando ele tinha seis meses de vida
Em pouco mais de um ano, Mateus estava morando com a nova família. “Quando uma criança chega na sua vida, tudo muda. Você não pensa muito no restante. É só a carinho, amor e cuidado”, revela Adriana. Ao completar dois anos de idade, Mateus precisou passar por uma nova prova de fogo: confirmar os exames para ter certeza sobre a infecção pelo vírus. O resultado negativo foi apenas mais um capítulo na história da família. “Realmente nunca vivemos nenhum tipo de preconceito. Tivemos muita sorte, pois não sentimos nem a cobrança para fazer o exame. Só queríamos viver”, diz.
FILA DE ADOÇÃO X CRIANÇAS SOROPOSITIVAS
O chamado falso positivo ainda assombra muitas crianças que vivem em instituições no Brasil atualmente. Por conta do resultado – que pode se repetir por alguns meses após o nascimento devido aos anticorpos da mãe -, muitos bebês são impedidos de entrar na fila de adoção. Segundo Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) no Brasil, esse é um dos principais entraves na adoção de uma criança soropositiva.
Adriana conheceu Mateus na Sociedade Viva Cazuza
“Muitas crianças não vão para adoção porque alguns juízes ficam esperando essa negativação eterna, que pode acontecer ou não. Esse processo todo faz com que crianças fiquem mais velhas nessas instituições, o que é muito triste”, salienta.
Georgiana observa que o objetivo é chegar a zero bebês infectados através da transmissão vertical - de mãe para filho, em geral no parto ou na amamentação -, mas os números ainda são altos. Estima-se que 300 crianças nasçam com HIV por ano. Atualmente, 90 estão na fila da adoção esperando por um lar. “É muito complicado. Apenas 3% aceita criança com HIV e quando faz o cruzamento dos desejos, fica ainda mais difícil. Tem a questão da idade, raça, cor... uma série de impedimentos por parte do adotante”, lamenta.
A infecção pelo vírus não tem cura, mas isso não quer dizer sinal de doença. “Ter HIV (o vírus) não é o mesmo que ter AIDS (a síndrome clínica). Crianças com HIV são como outras crianças: precisam de amor, atenção, escola. Com o tratamento correto, conseguem ter uma vida absolutamente normal”, completa.
INFÂNCIA PARA TODOS
Rafael Queiroz é estudante de psicologia e sabe do HIV desde os nove anos
Esse é o caso de Rafaela Queiroz, de 24 anos, soropositiva desde pequena. A trajetória da estudante de psicologia fez uma pequena curva quando seus pais biológicos descobriram o HIV tardiamente e faleceram. Rafaela e a irmã, soronegativa, foram adotadas pelos tios. “Meu diagnóstico foi mais um entendimento do que eu já ouvia falar desde pequena. Não teve impacto algum porque nunca houve distinção entre a criação da minha irmã e a minha. Posso dizer que fui brindada pela falta de preconceito”, lembra.
RAFAELA E A IRMÃ FORAM ADOTADAS PELOS TIOS
Desde os cinco anos a jovem faz tratamento com remédios e sabe do vírus desde os nove. Sua carga viral é indetectável. Militante da causa desde os 15 anos, Rafaela nunca se escondeu, mas tudo ganhou outro contorno no final de 2015, quando começou a participar mais ativamente de campanhas e entrevistas nas redes sociais. De lá pra cá, o processo foi muito natural e ela não se assusta com a exposição.
“Nunca sofri preconceito, mas se vier a acontecer sou muito bem resolvida. Isso tudo foi só uma questão de ampliar minha história, vivenciar, acolher essas pessoas que não estão sendo acolhidas pelo serviço. Meu medo é não dar conta da demanda. Fico pensando: e se me perguntarem alguma coisa e eu não conseguir responder todo mundo?”, pondera.
‘NÃO PRECISAM DE UM RÓTULO’, DEFENDE DIRETORA DO UNAIDS
Rafaela e Mateus tiveram sorte, mas nem sempre é assim. Adriana Cesar sabe disso, e é justamente por isso que a mãe de Mateus continua nos grupos de adoção e gosta de falar sobre o assunto. “Não quero me distanciar desse mundo. Quero que as pessoas parem para pensar. Filho é filho. No final das contas, é sempre a história de uma pessoa ou um casal querendo amar uma criança e uma criança que está num abrigo querendo ser amada. Independente de cor, idade ou qualquer outra coisa. É só uma criança querendo ser amada”, defende.
Georgiana Braga-Orillard endossa o discurso de Adriana e de tantas outras mães, em nome de crianças que não têm voz, mas continuam à espera de um lar. “O que a gente pode dizer é que esses jovens e crianças não precisam de um rótulo, só precisam de amor”, finaliza.
Não basta falar sobre assuntos importantes para o Brasil: é preciso abordá-los com propriedade. Por isso, uma das iniciativas da área de Responsabilidade Social da Globo é a articulação de parcerias com instituições de referência. A mais recente parceria da emissora é com o UNAIDS - Programa das Nações Unidas para HIV/AIDS, em um trabalho conjunto com os autores de 'Totalmente Demais'.
CONFIRA A CENA EM QUE CAROLINA DESCOBRE QUE GABRIEL É SOROPOSITIVO

.http://gshow.globo.com/Bastidores/noticia/2016/05/adocao-de-soropositivos-veja-historias-de-amor-como-de-carol-e-gabriel-em-totalmente-demais.html

Reproduzido por: Lucas H.

EVENTO EM JP ORIENTA FAMÍLIAS INTERESSADAS EM ADOÇÃO E PEDE CRIAÇÃO DE CENTRO DE REFERÊNCIA (Reprodução)

24/05/16
Por Redação
Cidades...
Famílias interessadas em adotar crianças e adolescentes terão uma boa oportunidade para tirar dúvidas sobre o processo nessa quarta-feira (25), em João Pessoa. Evento em alusão ao Dia Nacional da Adoção pretende mobilizar centenas de pessoas na área externa do Conselho Tutelar Norte, na Avenida Sergipe, Bairro dos Estados. A ação acontece das 8h às 17h.
Haverá distribuição de materiais informativos, inscrição para curso de preparação de pretendentes à adoção, coleta de assinaturas para criação de um Centro de Referência em Adoção na Capital e bazar solidário para arrecadação de fundos para o Grupo de Estudos e Apoio a Adoção em João Pessoa (Gead-JP).
Atualmente, há 62 crianças e adolescentes esperando por uma família na Paraíba, ao passo que 398 pessoas aguardam na lista de espera por um filho adotivo. Os dados são do Cadastro Nacional de Adoção, atualizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A educadora Lenilde Cordeiro, do Gead-JP, explica que a discrepância nos números acontece pela falta de investimento e políticas públicas para orientação dos pretendentes.
“Essa desigualdade nos números se dá devido a dois fatores: o primeiro é que os pretendentes não são preparados para mudar a cultura de fazer muitas exigências quanto ao perfil da criança na hora da adoção. Muitos só querem recém-nascidos ou crianças pequenas e se negam a adotar negros, crianças com irmãos também para adoção ou com algum tipo de deficiência. Outro fator é a falta de contato dos pretendentes com as crianças. Se houvesse mais encontros entre eles tenho certeza que os pretendentes iriam quebrar os próprios preconceitos, pois o amor surgiria ao olhar nos olhos das crianças”, analisa.
“Há cinco anos fazemos uma festa para promover o encontro de crianças com casais que desejam adotar um filho. Lembro bem do caso de um casal que queria uma menina de até quatro anos, mas acabou se apaixonando e adotando um menino de nove”, exemplifica.
Lenilde Cordeiro destaca que a criação de um Centro de Referência em Adoção ajudaria a aperfeiçoar consideravelmente os processos de adoção.
“Os pais precisam de orientação e o Judiciário não dá conta desse serviço. Precisamos de um espaço com psicólogos e assistentes sociais para auxiliar pretendentes e mães que querem doar seus filhos para adoção. Por isso vamos fazer um abaixo assinado no evento de amanhã [quarta-feira]. Já procuramos a Câmara dos Vereadores e a ALPB, mas até agora de nada adiantou”, diz.
A educadora reivindica ainda que o Estado assuma a responsabilidade com o futuro das crianças e adolescentes: “É uma violação de direitos permitir que eles sejam criados em abrigos, não podemos fechar os olhos para essa situação, não podemos esquecê-los”, conclui.

Original disponível em: http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/cidades/cidadania/2016/05/24/NWS,278448,4,96,NOTICIAS,2190-EVENTO-ORIENTA-FAMILIAS-INTERESSADAS-ADOCAO-PEDE-CRIACAO-CENTRO-REFERENCIA.aspx

Reproduzido por: Lucas H.

PROCESSOS DE ADOÇÃO ABERTOS À CONSULTA. (Reprodução)

24/05/2016
Início do serviço marca Dia Nacional da Adoção
Trabalho de digitalização de processos executado no TJPA
Mais de 3,5 mil processos de adoção, oriundos de 29 Varas da Infância e Juventude, já estão digitalizados para acesso e consulta on-line dos interessados. A iniciativa é do Programa Conhecendo Minha História, da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (CEIJ), do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), e garante acesso às informações sobre a origem biológica dos adotados e a possibilidade de cópia dos autos em mídia digital. A divulgação do programa fará parte das comemorações ao Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, nesta quarta-feira.
O trabalho de digitalização também permite ao Poder Judiciário a preservação do seu patrimônio processual e a disponibilização de novos serviços aos usuários da Justiça. As Varas da Infância e Juventude passam a ter maior controle do seu acervo e menor risco de perda de documentos. Os processos já incluídos no Programa são das Varas de Abaetetuba, Ananindeua, Aurora do Pará, Baião, Barcarena, Belém, Benevides, Breu Branco, Castanhal, Curionópolis, Goianésia do Pará, Icoaraci, Ipixuna, Irituia, Itupiranga, Marabá, Marituba, Mocajuba, Moju, Mosqueiro, Novo Repartimento, Paragominas, Parauapebas, Santa Izabel do Pará, Santa Maria do Pará, São Miguel do Guamá, Tailândia, Tucuruí e Ulianópolis. Ainda em andamento, o programa prevê a digitalização dos processos de adoção de todas as 119 unidades judiciárias que tratam da questão.
O programa Conhecendo Minha História prevê medidas para arquivamento digital, conservação e acesso à informação de processos de adoção e respectivos incidentes, além de outras providências. A CEIJ, coordenada pelo desembargador José Maria Teixeira do Rosário, vai estender a digitalização às 119 unidades judiciárias que tratam da questão. Com a metodologia, o Judiciário paraense assegura à criança e ao adolescente o cumprimento de normas constitucionais e do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). O programa Conhecendo Minha História foi institucionalizado pela Portaria Nº 0827/2014, do Gabinete da Presidência, atendendo o que determina os artigos 47, parágrafo 8º e 48º, do ECA
O acesso ao processo digitalizado será disponibilizado no Sistema Libra, do TJPA, e franqueado aos interessados, atendendo à regra da publicidade de atos dos órgãos do Poder Judiciário. As partes formalizarão requerimento de acesso ao arquivo digital, mediante preenchimento de formulário, disponível para impressão no site do Poder Judiciário, junto à Vara de Infância e Juventude.
ACESSO
Coordenador da Ceij, desembargador José Maria Teixeira do Rosário explicou que propôs à presidência do TJPA a execução do Programa a fim de garantir o previsto no ECA quanto ao direito dos adotados conhecerem sua história de vida e Poder Judiciário garantir o acesso dos jurisdicionados a esse direito.
“Consideramos de singular importância o acesso a esse direito. Todos os processos de adoção e seus correlatos serão digitalizados a fim de preservar os documentos contidos nos autos processuais e incluídos no sistema informatizado do TJPA, facilitando tanto o manuseio pelas unidades judiciárias como a disponibilização à parte interessada”, afirmou.
A pessoa interessada - no caso, o adotado ou seu representante legal - solicitará cópia do processo por meio de requerimento específico dirigido ao juízo da Vara de Infância e Juventude que dará vistas ao Ministério Público. Após manifestação do Ministério Público, se o pedido for feito à Vara onde tramitou o processo, o juiz deverá se manifestar, sendo a Secretaria da Vara responsável por providenciar a documentação de acordo com a manifestação do magistrado, transcorridos até 15 dias do ingresso do pedido.
Caso o pedido seja feito em Comarca diversa da tramitação do processo, o juiz que receber o pedido encaminhará solicitação à Vara de origem, por meio do processo administrativo eletrônico do TJPA, considerando o caráter sigiloso do feito. O juiz da Vara de origem se manifestará, sendo a Secretaria da respectiva Vara responsável por enviar a documentação à Vara demandante, de acordo com a manifestação do magistrado, transcorridos até 30 dias do ingresso do pedido do interessado.
As medidas para digitalização e inserção no sistema Libra estão sob a gestão executiva da Divisão de Documentação e Arquivo, com suporte logístico das Secretarias de Informática, de Administração e de Planejamento, Coordenação e Finanças, bem como assistência técnica do Departamento de Documentação e Informação e da Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude.
Fonte: Coordenadoria de Imprensa
Texto: Will Montenegro
Foto: Ricardo Lima/TJPA


Original disponível em: http://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/193692-Processos-de-adocao-abertos-a-consulta.xhtml

Reproduzido por: Lucas H.

PARA MAIORIA DOS OUVINTES A BUROCRACIA É NECESSÁRIA NO PROCESSO DE ADOÇÃO, MAS O TEMPO DE ESPERA PODERIA SER MENOR (Reprodução)

23/05/2016
Por Jornalismo Uirapuru
O programa Sem Segredo do último sábado debateu sobre a grande fila de espera para adoção de crianças. Os ouvintes foram questionados dos motivos desta espera, pelas exigências dos candidatos a pais ou pela burocracia da lei. Participaram do debate a presidente do Adotchê, Daniela Rossetto e a assistente social, Ionara Pereira....
De acordo com Daniela, presidente do grupo Adotchê, que apoia, orienta e promove a adoção legal, a burocracia é grande mas nem sempre os pais estão preparados para adotar.Ela explica que esperou quatro anos na fila de adoção, mas que durante este período ela pôde se preparar.
Outro aspecto levantado por ela, é que o tempo de espera na fila varia de acordo com as exigências dos candidatos. A maioria tem preferência por bebês, em menor disponibilidade para adoção.
Ela explicou os caminhos da adoção, que têm diferentes etapas. Os interessados em adotar devem procurar o Juizado da Infância e da Juventude, no Fórum, reunir os documentos necessários e entrar com o processo de adoção. Dentro do processo existem várias etapas de avaliação psicológica e social, também é preciso realizar um curso preparatório. Depois o juiz irá avaliar se o candidato está habilitado e entrará para fila de espera.
A assistente social que atende casas de acolhimento de Passo Fundo, Ionara, destacou que na cidade, hoje, existem 63 pessoas habilitadas para realizar a adoção e 11 crianças disponíveis. Ela destaca que as crianças que aguardam pais adotivos tem o seu desenvolvimento garantindo, recebem toda assistência e educação, através das atividades prestadas pelas casas de acolhimento.
Para a maioria dos ouvintes a burocracia é fundamental, avaliar se os candidatos estão realmente habilitados para receber a criança, mas o tempo de espera poderia ser menor. Eles destacam que o período que as crianças ficam em casas de acolhimento é muito grande, e poderiam já estar em com uma família adotiva, com melhor assistência.
Imagem: créditos Rádio Uirapuru


Original disponível em: http://www.rduirapuru.com.br/mobile/index.php?id=36531

Reproduzido por: Lucas H.

GAABM FAZ PRÉ-AQUECIMENTO PARA O DIA NACIONAL DA ADOÇÃO (Reprodução)

23/05/2016
Quebrando paradigmas
Barra Mansa
Grupo conscientiza de forma jurídica como funciona o processo; data será comemorada na próxima quarta-feira
O Grupo de Apoio à Adoção de Barra Mansa (GAABM) realizou no sábado, na Praça da Igreja da Matriz, no Centro da cidade, um dia de informação, conscientização e muita diversão para um tema que ainda gera tabus para muitos: a adoção. No dia 25 de maio, próxima quarta-feira, será comemorado o Dia Nacional da Adoção, e o evento do final de semana serviu como uma prévia à data, fazendo com que a população tenha mais carinho com o assunto.
O dia contou com vários parceiros, entre eles a Ordem dos Advogados de Barra Mansa e a turma do Doutoraço do Riso.
Marcília, coordenadora do GAABM, explicou que sofreu muito com a dificuldade em não conseguir engravidar e estava no fundo do posso, até pensar: “Quero engravidar ou ser mãe? Então decidi ser mãe, mãe do coração. Meu DNA com meus filhos é o DNA do amor! Arthur Vinícius e Luís Otávio foram minha cura”, declarou Marcília, que trabalha no grupo junto com seu marido, Marcos Vinicius Silva Arantes.
A presidente da Comissão do Direito da Criança e do Adolescente da AOB, Maria Cristina, explicou que o dia foi marcado como uma ocasião para orientar - de forma jurídica -, conscientizar e tirar duvidas quanto ao tema. Ela conta que desde que começou atuar na área percebeu, ainda mais, como é importante a presença da família para a criação de uma criança. “Eu acompanho tantos casos, tantas coisas tristes. É fundamental para a formação de uma pessoa o acolhimento e o carinho da mãe, do pai, de toda a família. Tem tanta gente que tem tanto amor dentro de si. Tem tanta gente que quer receber amor. Adotar não é um bicho de sete cabeças como todos pensam e se você realmente quer, procure a GAABM que ela vai te orientar da maneira correta e na hora certa, mesmo que demore, você vai conseguir o que deseja”, garantiu Maria Cristina.
A juíza da 2º Vara da Infância da cidade, Drª Lorena, explicou que o que falta hoje para a sociedade olhar com mais carinho a causa é informação. “Muitas pessoas reclamam que é exigido muita burocracia na hora de adotar, o que acaba fazendo até com que algumas pessoas desistam. Todos precisam se conscientizar é que estamos lidando com vidas. Algumas pessoas acabam entregando seus filhos para amigos, parentes, vizinhos, de qualquer maneira. Isso é errado. É necessário que a criança seja entrega à justiça para que ela encontre um lar dentro das leis. Tudo é avaliado para permitir que aquela criança fique resguardada e protegida pela pessoa que lhe acolheu”, explicou a juíza, alertando também que um dos motivos da demora é a faixa etária que muitos priorizam, entre zero e dois anos.
A turma do Doutoraço do Riso esteve presente com cerca de 15 personagens, entre palhaços e personagens infantis conhecidos. Contudo, uma ‘palhacinha’ surpreendeu ao revelar que aguarda há cerca de dois anos e meio na fila da adoção. “Eu quero muito adotar. Eu sou casada há muitos anos e meu marido não pode ter mais filhos. Por isso decidimos transmitir para uma pessoa esse amor tão grande que existe entre nós. Está demorando, mas na hora certa vai acontecer”, disse Simone Bastos, que também é vice diretora do grupo.
As reuniões do GAABM acontecem todo quarto sábado do mês, na Paróquia Santo Antonio, no bairro Saudade, às 16 horas.

Original disponível em: http://avozdacidade.com/site/noticias/economia/51593/

Reproduzido por: Lucas H.

COMARCA DE DOURADOS TERÁ PALESTRA EM ALUSÃO AO DIA NACIONAL DA ADOÇÃO (Reprodução)

23/05/2016
Fonte: Tribunal de Justiça - MS
No dia 25 de maio, Dia Nacional da Adoção, o Grupo de Apoio à Adoção de Dourados realizará a palestra “Adoção: Construindo a Filiação”, com a psicóloga e docente da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Veronica Aparecida Pereira, que também é membro do GAAD. O evento tem apoio da Vara da Infância e Juventude de Dourados e é voltado para profissionais, es...tudantes, pessoas que desejam ter filhos por adoção ou que se interessam pelo tema.
A palestra será no Anfiteatro da Escola Estadual Presidente Vargas, localizada na rua Oliveira Marques, 1955, Centro de Dourados, a partir das 19h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local, antes do início do evento. Será emitido certificado para os participantes.
Para mais informações basta entrar no blog do Grupo de Apoio à Adoção de Dourados: www.gaadacolher.blogspot.com.br ou mandar e-mail para gaadacolher@gmail.com.
Secretaria de Comunicação - imprensa@tjms.jus.br


Original disponível em: http://uj.novaprolink.com.br/noticias/1532867/comarca_de_dourados_tera_palestra_em_alusao_ao_dia_nacional_da_adocao

Reproduzido por: Lucas H.