quinta-feira, 24 de julho de 2014

JUIZ CONCEDE ADOÇÃO UNILATERAL PARA PADRASTO EM RIO DO SUL


23 de Julho de 2014
A Adoção Unilateral acontece quando a criança vive com um dos pais e o outro não é identificado, por isso o companheiro acaba fazendo a adoção. O caso mais comum é de mães solteiras.
Um caso raro foi registrado na Vara da família, no município.
Saiba como funciona a adoção unilateral!
http://www.rbatv.com.br/noticia-jr/juiz-concede-adocao-unilateral-para-padrasto-em-rio-do-sul-10210


INGLATERRA FACEBOOK AJUDA MÃE A REENCONTRAR FILHO ENTREGUE PARA ADOÇÃO


23 de Julho de 2014
Por Notícias Ao Minuto
Lesley Thompson deu o seu filho para a adoção há 28 anos por estar numa relação abusiva e passados uns anos começou à procura do filho por ter percebido que nunca mais o iria ver. A rede social Facebook foi a grande ajuda para a localização do filho, avança o Mirror.
O Facebook ajudou no reencontro de Lesley Thompson com o filho, que não via há 28 anos. Com cinco anos, James foi dado para a adoção e mais tarde, foi viver para a Nova Zelândia com a nova família. Mas desde então que Lesley tem procurado o filho, noticia o Mirror.
Após perceber que existia uma grande possibilidade de nunca mais ver o filho, Lesley iniciou uma campanha a pedir ajuda, mas foi o Facebook que permitiu reencontraro seu filho.
“Tenho procurado o James há muito tempo e fiz tudo o que me consegui lembrar para o encontrar. Foi quando comecei a falar com uma pessoa no Facebook que disse que me ajudava. Ele conseguiu localizá-lo e enviou-lhe uma mensagem sobre mim. Um dia liguei o computador e tinha uma mensagem do James. Ao princípio pensei que era uma brincadeira, mas depois percebi que era realmente ele”, conta Lesley.
Depois explicou-lhe que o abandono aconteceu porque estava numa relação violenta e que estava sob cuidados médicos.
Entre conversas pela internet, Lesley tem agora o objetivo de viajar para encontrar James, mas por não ter possibilidades financeiras pede doações a quem pode para "tornar o seu sonho realidade".
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/253354/facebook-ajuda-mae-a-reencontrar-filho-entregue-para-adocao


AOS 67, SENHORA SE DESTACA COMO VOLUNTÁRIA DE EVENTOS FIFA


22 de julho de 2014
A imensa dedicação de Dona Neusa lhe rendeu o prêmio de Campeã do Carinho da Johnson & Johnson
Quando dona Neusa Almeida nasceu, prematura, há 67 anos, em Diamantina, Minas Gerais, era tão frágil e pequena que muitos achavam que ela não sobreviveria. Sua mãe biológica, que não tinha condições de criá-la, deixou-a em um orfanato, onde foi adotada por dona Leonarda Alves da Costa e seu Geraldo de Almeida (já falecidos). Os dois lhe deram todo carinho e amor que possuíam.
Mesmo com poucas posses, seus pais conseguiram bolsas de estudo para que Neusa pudesse frequentar as melhores escolas. Graduada em Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia e Orientação Vocacional por faculdades de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, ela trabalhou, durante 30 anos, como supervisora e diretora de escolas em Sete Lagoas, cidade para onde se mudou com os pais adotivos quando era criança e onde vive até hoje.
Todo carinho que recebeu de seus pais adotivos, se transformou em fonte de inspiração para ajudar outras pessoas. “Cantava em um coral de uma igreja da minha cidade. Uma vez uma moça, que estava brigada com a mãe, me pediu ajuda para fazer as pazes com ela. Reuni o grupo e, juntos, fizemos uma homenagem cantada para a mãe dela e logo as duas se entenderam”, conta dona Neusa, feliz.
Desde então, o coral, chamado Très Jolie, não parou mais de cantar para espantar as dores alheias e celebrar as histórias de carinho dos habitantes de Sete Lagoas. O momento mais marcante que ela vivenciou foi quando um grupo de sete crianças adotadas por uma enfermeira da cidade pediu ao coral para cantar uma música especial para a mãe de coração. “Ela ficou tão emocionada, chorou tanto. Foi o momento mais lindo que vivi”, diz dona Neusa.
DEDICAÇÃO QUE NÃO CONHECE LIMITES
Um dia, navegando na Internet, dona Neusa descobriu que a FIFA estava convocando voluntários para a Copa das Confederações de 2013. Ela se inscreveu e foi selecionada. Sua imensa dedicação lhe rendeu o prêmio de Campeã do Carinho da Johnson & Johnson. A história premiada aconteceu durante um dos jogos do campeonato, em que dona Neusa precisou procurar muito até encontrar um local que vendesse um boné. Um espectador tetraplégico estava com dificuldades de ver o jogo por causa da luz do sol e só um boné poderia ajuda-lo. “No final da partida, o pai do menino me agradeceu, dizendo que eu havia ajudado muito”, conta ela orgulhosa.
Quando a FIFA abriu inscrições para o voluntariado da Copa do Mundo de 2014, dona Neusa não teve dúvidas e se inscreveu novamente. No estádio do Mineirão, ela era uma das mais animadas no seu grupo de voluntários, a maioria bem mais jovem do que ela. “Eram todos tão novinhos! Mas eu adoro estar no meio da moçada”. Sua função era orientar os torcedores para que encontrassem seus assentos. “Paciência e carinho foram fundamentais na hora de receber as pessoas. Eles precisavam sentir que eram queridos e bem vindos a essa grande festa que é o futebol”, ensina.
A mineira Neusa Almeida, 67 anos, foi adotada por pais que lhe deram todo carinho e amor que possuíam. Hoje ela retribui o afeto ajudando as pessoas como pode Foto: Foto: J&J / Divulgação
Sua dedicação como voluntária na Copa das Confederações 2013, lhe rendeu o prêmio de Campeã do Carinho, da Johnson & Johnson. Este ano, dona Neusa fez parte do grupo de voluntários da Copa do Mundo 2014 Foto: J&J / Divulgação
http://mulher.terra.com.br/aos-67-senhora-se-destaca-como-voluntaria-de-eventos-fifa,b0eca0579aa57410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

ENCONTRO EM CARAZINHO VAI DISCUTIR A ADOÇÃO DE CRIANÇAS


Departamento de Jornalismo da Gazeta
23.07.2014
Está marcado para o dia 19 de agosto, tendo por local a escola Sorg, um encontro para discutir a adoção de crianças. A realização é do Grupo de Apoio à Adoção de Carazinho e o início será às 19h30min
http://www.gazeta670.com.br/web/noticia.php?id=8263#.U9BmuzpOUf4


CENTRO DE ESTUDOS DAS RELAÇÕES DO TRABALHO E DESIGUALDADE LANÇA PROJETO CONTRA O RACISMO NA INFÂNCIA


Terça-feira, julho 22nd, 2014
Da Redação | Imagem: Leo Castro
Alcançando a lotação máxima de um auditório na cidade de São Paulo, o Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdade (CEERT), realizou nesta quinta-feira, dia 17 de julho, a solenidade de lançamento do projeto “Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e Adolescente na Promoção da Igualdade Racial”, com a presença de nomes que são referência não só na luta pela equidade entre as raças, mas também profissionais envolvidos com questões pertinentes à Criança e ao Adolescente.
A proposta do encontro foi apresentar o projeto que visa mostrar como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pode ser usado como instrumentos imprescindíveis para o enfrentamento da discriminação racial na infância e adolescência e para a adoção de políticas igualitárias através da participação de órgãos públicos e sociedade.
Dados do Conselho Nacional de Adoção, regido pelo Conselho Nacional de Justiça, apontam que 47% das pessoas interessadas em adoção declaram que a cor da pele do futuro filho é uma informação relevante e 37% preferem exclusivamente crianças brancas. Em maio de 2011, um total de 30.378 interessados inscritos e 7.949 crianças e adolescentes disponíveis para adoção, sendo que a maioria destas 51%, constituída por negras e pardas.
Em virtude de questões como esta, o CEERT com patrocínio da Petrobras, e apoio da Ordem dos Advogados e do Tribunal de Justiça de São Paulo, criou o projeto a fim de levantar informações sobre casos de discriminação às crianças e adolescentes. A ideia é produzir livros e vídeos referentes ao assunto. Serão realizados ainda cinco seminários regionais e implementado um curso de formação continuada para os conselheiros tutelares.
Estima-se agora que será anunciada uma parceria com o Tribunal de Justiça (TJ), onde o CEERT irá divulgar um rol de pesquisadores, mestres e doutores, negros e brancos, para dialogar com os interessados em adoção. Uma iniciativa do TJ e do CEERT pioneira para minimizar a rejeição às crianças negras no processo de adoção.
http://www.agenciajovem.org/wp/?author=8

MÃES ADOTIVAS PODERÃO TER ESTABILIDADE NO EMPREGO ENTENDENDO DIREITO


24 de julho de 2014
Por Juliana Barros
Está em trâmite na Câmara dos Deputados um projeto de emenda constitucional que amplia a estabilidade no trabalho para as mulheres que adotarem crianças órfãs.
A estabilidade no emprego é uma garantia constitucional que impede que o trabalhador seja demitido sem justa causa durante um determinado período, por algum motivo especial, como por exemplo, uma gravidez.
Por isso, com a aprovação do projeto, as mães adotivas não poderão ser demitidas de seus empregos, sem justa causa, nos 5 meses seguintes a adoção ou a obtenção da guarda provisória da criança que pretendem adotar.
Atualmente somente as trabalhadoras gestantes possuem esse direito, desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto, entretanto, o projeto visa ampliar o benefício às mães adotivas já que segundo a própria constituição, não devem existir diferenças entre os filhos naturais e adotados.
O objetivo principal da emenda não é beneficiar a trabalhadora, mas proporcionar a criança segurança e tranquilidade num momento de transição e de extrema importância em sua vida. Além das mães, pretende-se estender o direito a garantia de emprego a casais homossexuais que realizarem a adoção, ou ainda ao homem que sozinho adotar a criança.
O projeto de autoria do Deputado Benjamim Maranhão foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, mas ainda depende de votação para ser aprovado.
http://www.agoramt.com.br/2014/07/entendendo-direito-maes-adotivas-poderao-ter-estabilidade-no-emprego/

MPSC E A ADOÇÃO


18/07/2014
Rádio Super Condá
Jornalismo líder em Chapecó e região
O Ministério Público de Santa Catarina adotou orientação interna para que, nos procedimentos de adoção de crianças e adolescentes, os Procuradores e Promotores de Justiça atuem para a obediência à fila do Cadastro único Informatizado de Adoção e Abrigo.
A decisão foi tomada com base na aprovação da primeira Tese Institucional, uma metodologia criada para orientar o posicionamento do Ministério Público em questões jurídicas adversas.
A decisão serve de sugestão para a atuação de Procuradores e Promotores de Justiça e reflete o entendimento majoritário dos Membros da instituição acerca do tema controverso.
Na prática, quer dizer que a Tese Institucional aprovada define o posicionamento do Ministério Público em relação a situações como a de adoção em que os pais biológicos ou representantes legais entregam a criança diretamente para uma família, sem a intermediação judicial.
http://www.superconda.com.br/noticias.php?id=22284&cat=1